"O cárcere e a rua"

Ei galera !!!
Tudo bem??
Hoje vou está falando um pouco sobre o documentário "O Cárcere e a rua ", que passou no Cine BR nessa semana na UVV. Na Penitenciária Madre Pelletier, em Porto Alegre a diretora gaúcha Liliana Sulzbach inovou ao mostrar o mundo carcerário por um ângulo pouco conhecido. O documentário relata o dia a dia de três prisioneiras, Cláudia, Daniela e Betânia.
Cláudia é a presidiária mais velha e a mais respeitada devido o tempo que cumpre pena, cerca de 28 anos. Líder na penitenciária, ela protege a novata Daniela, que corre risco de vida por ter sido presa em suspeita de ter matado uma criança (crime que as detentas não aceitam). Cláudia teme em um dia encontrar o filho novamente, pois a última lembrança é quando ele tinha 11 anos.
Daniela, uma jovem de 19 anos e grávida, presa por ser suspeita de ter matado seu filho, consegue a proteção de Cláudia. Considerando-a como sua mãe, sofre ao ver a amiga sendo transferida para o regime semi-aberto. Sem o apoio de Cláudia, tem que se proteger sozinha e acaba no manicômio judiciário.
Betânia, mãe de duas crianças, cumpre sua pena cerca de dois anos e seis meses em regime fechado, foi transferia para o regime semi-aberto, o que dá o direito de sair à tarde para trabalhar e voltar para dormir na prisão. Sofre ao ser transferida, pois tinha um caso amoroso com sua companheira de cela. Logo mudou seu conceito sobre os homens e arrumou um novo namorado. Decidiu então não voltar mais para a prisão, mesmo correndo risco de ser presa novamente.
Cláudia é a presidiária mais velha e a mais respeitada devido o tempo que cumpre pena, cerca de 28 anos. Líder na penitenciária, ela protege a novata Daniela, que corre risco de vida por ter sido presa em suspeita de ter matado uma criança (crime que as detentas não aceitam). Cláudia teme em um dia encontrar o filho novamente, pois a última lembrança é quando ele tinha 11 anos.
Daniela, uma jovem de 19 anos e grávida, presa por ser suspeita de ter matado seu filho, consegue a proteção de Cláudia. Considerando-a como sua mãe, sofre ao ver a amiga sendo transferida para o regime semi-aberto. Sem o apoio de Cláudia, tem que se proteger sozinha e acaba no manicômio judiciário.
Betânia, mãe de duas crianças, cumpre sua pena cerca de dois anos e seis meses em regime fechado, foi transferia para o regime semi-aberto, o que dá o direito de sair à tarde para trabalhar e voltar para dormir na prisão. Sofre ao ser transferida, pois tinha um caso amoroso com sua companheira de cela. Logo mudou seu conceito sobre os homens e arrumou um novo namorado. Decidiu então não voltar mais para a prisão, mesmo correndo risco de ser presa novamente.
Liliana Sulzbach, diretora do documentário, tentou mostrar a realidade das mulheres dentro de uma penitenciária. Ao contrário dos homens, as mulheres são abandonadas pelos filhos, maridos e mães. Tenta comover a sociedade, pois ninguém está livre de um dia não ser preso.
Beijinhos
Rubia Scopel
Rubia Scopel

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