Programa TRIBUS

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

ABITUR: O ano do exame decisivo

ABITUR: O ano do exame decisivo

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Bola da Vez na V Jornada Científica UVV

A Jornada Científica UVV está na sua quinta edição e tem como objetivo disseminar a produção científica dos professores, alunos e convidados, enfatizando os princípios da pesquisa institucional, possibilitando a avaliação e sinergia dos resultados obtidos e apresentados.

Assim, o evento contou com a divulgação de 199 pôsteres, 142 apresentações orais, 02 mesas redondas. Além de 1250 participantes envolvidos nas apresentações dos trabalhos e 60 professores, funcionários e estagiários envolvidos na organização do evento.

“O papel das Instituições de Ensino Superior frente aos desafios do conhecimento global e suas principais conseqüências” esse era o tema central para a apresentação de pôsteres da Jornada Científica, mas um pôster, em especial, fugia do tema proposto e apresentou os resultados do trabalho desenvolvido na disciplina de Telejornalismo, o programa de televisão “Bola da Vez”.

“O mais legal do Bola da Vez ter participado da Jornada Científica UVV é que as pessoas que não tiveram a oportunidade de assistir ao programa quando foi ao ar, puderam conferir de perto por meio do banner aqui exposto”, explicou um dos autores do banner, o aluno de jornalismo, Rodrigo Barbé.

O banner mostrava como os alunos construíram o programa, os desafios enfrentados e o resultado final. Contemplava também, todas as etapas para o desenvolvimento de um programa de televisão bem como seu objetivo que era o de discutir temas atuais que foram destaque na mídia. “O trabalho foi árduo, mas o resultado foi um sucesso!”, finalizou uma das integrantes do grupo, Martha Denk.




Por: Raphael Marques e Ravane De Nadai

MESA REDONDA

Na última quinta-feira, 25 de outubro, realizaram no Anfiteatro da UVV, uma mesa redonda com professores de Comunicação Social da instituição para discutir “Comunicação Integrada”. Profissionais como Gilda Soares, Ivana Esteves, Flávia Meneguelli e Flávia Mayer fizeram parte dessa mesa redonda.

Flávia Mayer, professora de publicidade, iniciou a mesa lembrando um texto de Margarida Kunsky, no qual a autora diz que comunicação integrada é uma filosofia que leva todas as áreas da comunicação. E que dela fazem parte a comunicação institucional, mercadológica, interna e administrativa. “A política da comunicação é um conjunto de normas que vai fundamentar essa comunicação”, alega Mayer.“Hoje, as empresas perceberam que é muito difícil construir uma marca. E tem que se relacionar com o público muito grande e variado, e todos tem que ter conhecimento de uma única imagem”, diz Mayer.

Mayer ainda citou o projeto de comunicação integrada da UVV na propaganda da copa, no qual todos os veículos de comunicação se juntaram. Porém houve o erro de não ter acompanhamento semanal dos veículos, e cada um foi seguindo por si só.Gilda Soares, professora de jornalismo e responsável pelo rádio poste, iniciou dizendo que tem que afunilar e juntar todas as propostas da instituição para o mesmo foco. Juntando as idéias de cada meio de comunicação para ter a integração.

Flávia Meneguelli, responsável pelo NACOM, afimou que o NACOM é uma simulação de agência de publicidade e que criam as campanhas dentro do campus da UVV. Lembrou que no Seminário em comemoração aos 80 anos do rádio, realizado nos últimos dias 04 e 05 de outubro, tiveram um desencontro de comunicação, as informações demoraram a ser repassadas para eles, mas no final ocorreu tudo bem.

A última a se pronunciar foi Ivana Esteves, professora e responsável pela Rede TV. Ela afirmou que no projeto de comemoração dos 80 anos do rádio, a TV ficou responsável pela produção do documentário exibido nos dias dos seminários.Todas concordaram que para ter comunicação integrada, têm que ter integração das áreas de comunicação e acompanhamento semanal do trabalho do outro veículo, assim todos sabem o que a outra área de comunicação da empresa está realizando.

Martha Denk e Rubia Scopel

Limpeza da Praia da Costa

Depois de uma semana tumultuada com o trabalho ou a escola, todos querem tirar o fim de semana para curtir a praia. Porém, o cuidado com a Praia acaba caindo em esquecimento e os banhistas da praia deixam o palito de picolé ou de churrasco enterrado na areia, largam as garrafinhas de água mineral ou latas, bagaço de milho e cocos jogados.

Segundo Sérgio Toniato, coordenador da Prefeitura Municipal de Vila Velha, responsável pela coleta de lixo da Praia da Costa é uma equipe de garis que fazem a varredura da areia da praia inteira e depois se localizam em pontos estratégicos para recolher. O lixo, depositado em sacolas pretas é deixada calçadão da Praia da Costa, onde o caminhão de lixo passa coletando três vezes ao dia.

Além de contar com os garis fazendo a varredura da areia da praia, a Prefeitura Municipal de Vila Velha (PMVV), tem o chamado “vassourão”, a vassoura mecânica que passa removendo a areia da praia dia sim e dia não. O lixo retirado da praia é depositado pela Prefeitura Municipal de Vila Velha (PMVV) no aterro sanitário do município de Vila Velha.

E se não tivesse a varrição feita pela Prefeitura Municipal de Vila Velha (PMVV)? Os “lixinhos” jogados na areia demorariam anos para decompor-se; Garrafa de plástico: mais de 100 anos; Vidro: 4.000 anos; Latas de alumínio: 100 a 500 anos; Sacos e copos plásticos: 200 a 450 anos; etc.

“Sempre que venho na praia junto meu lixo no cantinho aqui e quando vou embora o levo até as cestas de lixo que tem espalhadas por ai. Meu filho já furou o pé com palito de churrasco e não desejo isso pra ninguém”, relata Roberta Maya, 39 anos, banhista da Praia da Costa.

No verão a Prefeitura (PMVV) junto com outras prefeituras faz um programa de conscientização dos banhistas com o projeto Praias Limpas, onde são distribuídas cartilhas educativas, camisas, bonés, sacola plástica para depósito de lixo nas praias e sacolas de lixo de carros. Esse projeto foi lançado há três anos atrás e serve pra conscientizar o banhista a não deixar lixo na areia.

Martha Denk e Rubia Scopel

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Aquecimento Global: Um problema de todos

Você da deve ter observado que diariamente os meios de comunicação como jornais, as revistas, os noticiários da tv, enfim, todos vêm abordando situações como as catástrofes climáticas, as bruscas mudanças de temperatura, o aumento do nível dos oceanos, os furacões, os tufões, os ciclones, entre outros casos que afetam diariamente a vida humana na terra.

Antes de mais nada, é preciso esclarecer o que significa aquecimento global. Trata-se do aumento da temperatura média superficial de nosso planeta que vem ocorrendo nos últimos 150 anos. As causas apontadas pelos cientistas para justificar esse fenômeno podem ser naturais ou provocadas pelo homem. Cada vez mais as pesquisas apontam o homem como principal responsável.

Vale lembrar que o aquecimento global é, apenas, um dos vários resultados do efeito estufa. O mestre em biociências e biotecnologia, professor da UVV, Werter Krolling explica tudo de maneira simples e fácil. “O efeito estufa é um processo natural, entretanto o que pode se notar é que, nos últimos anos, a concentração de dióxido de carbono na atmosfera tem aumentado muito além do natural. Assim ,o efeito conjunto dessas substâncias fazem com que a radiação solar seja retida na atmosfera causando o efeito estufa e, conseqüentemente, o aquecimento global”.

A concentração de dióxido de carbono tem aumentado cerca de 0,4%, anualmente, graças à utilização de petróleo, gás e carvão de forma indiscriminada e à destruição das florestas tropicais, além da concentração de outros gases, como metano e CFCs (clorofluorcarbonetos). Então, está claro que você, de uma maneira ou de outra, contribui para o aquecimento global.

Vai ficar ai parado? Não há nenhuma forma de acabar com o efeito estufa, uma vez que esse é um processo natural, porem há maneiras de minimizar suas ações, como “diminuindo a queima de combustíveis fósseis, utilizando melhor os recursos, as indústrias devem utilizar filtros em suas chaminés e, o mais importante, plantar árvores”, afirma o professor do curso de Ciências Biológicas da UVV Werter Krolling. Então, já se pode começar a agir, afinal, plantar árvores é contribuir para o meio ambiente e para um planeta melhor.


Pesquisas
Do início das pesquisas, em 1860, até hoje, a situação só piorou como mostra os estudos da Organização Não Governamental (ONG) Green Peace. Nos últimos cem anos, a Terra ficou 0,7º mais quente. Parece pouco, mas esse aquecimento já esta alterando o clima em todo o planeta, causando derretimento de geleiras, elevação do nível do mar, furacões mais intensos, enchentes e secas cada vez mais fortes.

Impactos

Em toda a cadeia, o ser humano será o mais afetado. Aliás, de acordo com o mestre em fisiologia, professor da UVV, Miguel Ângelo Alves dos Santos, “é preciso analisar o ‘ecossistema’ do corpo humano já que as doenças crônicas degenerativas têm duas causas específicas: a redução do gasto energético e a alimentação com alto valor calórico e baixo valor nutricional”.


Por Raphael Marques e Ravane De Nadai
Alunos do 6º período de Jornalismo Matutino

Foto: Juliana Guedes

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

BLOGS

•Comparação do BLOG do Jornalista Zeca Camargo com o BLOG do Seriado LOST.

Texto:

*Blog do Zeca Camargo

Percebe-se que o texto do Zeca Camargo é informal e opinativo, já que ele discute um determinado assunto utilizando uma linguagem mais descontraída.
Segue um parágrafo da postagerm: Revisitando Kaiser Soeze em Tóquio, postado por ele no dia 08/10/07.

“Obviamente este post não é sobre isso, pode relaxar (apesar de eu ter falado sobre isso com o dono de uma das galerias de arte mais interessantes aqui em Tóquio, a Mizuma). Como eu sempre faço questão de esclarecer (há um ano...), este é um espaço para escrever sobre cultura pop (alguns leitores têm problemas com a definição ligeiramente provocante sobre a abrangência desse tema - "alta, baixa, não importa" -, mas essa é uma discussão para outra hora) e eu espero honrar essa missão até... bem, até quando eu estiver a fim. Por isso o tema de hoje é... Kaiser Soeze! Quer dizer, não exatamente ele - um dos vilões mais interessantes que o cinema já criou -, mas uma linha de pensamento que... bem, quer me acompanhar? Pode ser que seja um texto longo...”


*Blog do seriado LOST

Os textos apresentados no blog do seriado LOST são muito curtos, remetendo ao que aprendemos em sala de aula sobre textos “cápsulas”. Além de fazerem sempre referencia as fotos mostradas.

Ex: “Aos poucos irei pingar uma ou outra foto por aqui; mas quando chegar ao Rio, claro que farei posts especialissimos, cheios de historias, fotos e surpresas... Ah! E prometo nao decepcionar os que esperam por spoilers...!
Para a despedida, separei tres fotos:”

Apesar do blog ser de um seriado televisivo os textos publicados são de um mesmo autor, por Carlos Alexandre Monteiro. Os textos desse blog também como o do Zeca Camargo são informais e opinativos.

Atualização:

Blog do Zeca Camargo

A atualização do blog é feita semanalmente, com 2 a 3 atualizações.

Blog do seriado LOST

A atualização do blog é sempre feita quase todos os dias, sempre com fotos dos bastidores das gravações.

Participação do Leitor:

Blog do Zeca Camargo

O blog tem a participação do leitor em forma de comentários. O blog é bastante visitado. Percebe-se pelo grande número de comentários deixados pelos leitores.

Blog do seriado LOST

No blog do LOST, utiliza duas ferramentas para manter a participação do leitor, que é feita através de comentários e e-mail.

Links dos Blogs:
LOST

http://tv.globo.com/ENT/Colunas/0,,6142,00.html

Zeca Camargo

http://www.zecacamargo.globolog.com.br/

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Talentos de Ouro



Chegar ao lugar mais alto do pódio é uma vitória de tanto. Agora, subir ao pódio três vezes e voltar para casa com três medalhas de ouro, não é para qualquer um. O que não faltou foi muita determinação e esforço da Seleção Brasileira de Ginástica Rítmica para brilhar no Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro.

Sucesso para as atletas, orgulho para o Espírito Santo, que abriga as meninas há dois anos no centro de treinamento. A equipe é composta por três capixabas, a atleta Tayanne Mantovaneli, a técnica Monika Queiroz e a auxiliar técnica Juliana Coradine. O restante da equipe veio de outros Estados, como Bahia; Goiás e Santa Catarina. Antes de Monika Queiroz ser nomeada técnica, a equipe treinava em Londrina, no Paraná. Após a escolha da nova treinadora, as atletas vieram morar no Espírito Santo.

A atleta Marcela Menezes, 21 anos, que veio de Salvador, Bahia, conta que a vinda para o Espírito Santo foi ótima desde o início e com o tempo ficou ainda melhor. “Todas nós adoramos o lugar e o clima. Principalmente a estrutura para treinamentos e a atenção que sempre dão a nós”, comenta.

Quando o assunto é saudade, Marcela comenta que o primeiro ano fora de casa foi o mais difícil. “Todas nós sentimos saudades da família e amigos, mas já estamos acostumadas, e nos apoiamos quanto a isso. Tornamos uma família. Somos praticamente irmãs”, comenta Luisa Matsuo, que veio de Florianópolis, Santa Catarina.


Por trás de tanta exatidão nos movimentos estão as incontáveis horas de treinos. São entre seis e sete horas por dia de treinamento, entre aulas de balé, aquecimento corporal, aquecimentos com aparelhos e preparação física. Sem contar que, no final de cada dia, ainda enfrentam uma sala de aula na faculdade.

A mais recente conquista da Seleção Brasileira de Ginástica Rítmica foi nos jogos Pan-Americanos do Rio, que até hoje ainda é comemorado. A equipe que brilhou e fez o público se emocionar durante as apresentações conquistou para o Brasil três medalhas de ouro, sendo uma por equipe e duas nos exercícios de cordas e arcos com maçã, obtendo a maior nota no primeiro dia de disputas. Na categoria conjunto, a seleção brasileira é atual campeã pan-americana de ginástica rítmica, tendo ficado em 5º lugar nas olimpíadas de Atenas, em 2004.

A atleta Tayanne Mantovaneli comenta que o Pan foi a concretização de um sonho. “ Treinamos muito para chegar até ele. Competir em casa, numa festa tão bonita como foram os Jogos do Rio e com a nossa família toda lá assistindo, foi muito emocionante e teve um gostinho todo especial”, conta.

“Nos preparamos muito para este momento. Nada é por acaso no esporte. Tudo foi milimetricamente testado e aprovado no nosso sistema de treino. Daí as medalhas foram conseqüência. Nunca se esqueçam de que esporte é uma ciência, por isso deve seguir preceitos e regras para que alcancemos o máximo” comenta a técnica Monika Queiroz. E acrescenta: “Iniciamos os treinos na UVV em 2005 e depois os treinos passaram a ser no Deares, em Vitória. Foram anos de planejamento detalhado, tanto para parte coreográfica quanto para parte física e técnica. Na GR não são cabíveis os improvisos e treinos amadores”.

Com tanto esforço e apoio dos amigos, familiares e todos que de alguma forma torceram pela seleção, o resultado esperado era o melhor possível.

E para comemorar junto com a seleção essa conquista, a UVV e a Federação de Ginástica Rítmica do Espírito Santo prestou uma homenagem à equipe de ginastas e às autoridades que contribuíram para que elas conseguissem essas conquistas. As atletas receberam a medalha de Mérito Esportivo e as autoridades receberam medalhas de Mérito em Responsabilidade Social.

Após essa maratona de compromissos, a seleção está treinando sem parar de olho em uma vaga nas Olimpíadas de Pequim. Nesse mês de setembro elas vão para Bulgária, fazer um estágio de treinamento. De lá irão participar do pré-olímpico na Grécia.

“Precisamos ficar entre as doze melhores para conseguirmos a vaga em Pequim. Os treinos estão mais intensos, porque o nível do mundial é ainda mais alto que o Pan, e precisamos nos apresentar tão bem ou melhor do que foi no Pan”, conclui Marcela Menezes.





*Raphael Marques

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