Documentários brasileiros

Uma boa fase se revela ao cinema brasileiro: a dos documentários. Alcançando não só públicos nacionais como também internacionais, as “reflexões da realidade” estão em alta. Porém, ao comparar esse gênero de filmes com os de ficção, se percebe que o circuito de exibição de documentários é bem inferior a dos filmes de ficção. Por que os filmes documentários não conseguem o mesmo sucesso de bilheteria? Será pela segregação de públicos?
O perfil do espectador que gosta de filmes que retratam o fato e confrontam o ser humano com a verdade, normalmente, não se iguala ao perfil do espectador que valoriza obras ficcionais. Os documentários quase sempre são restritos ao mundo artístico o que não disponibiliza a mesma quantidade de salas como também não consegue um sucesso semelhante de vendas. Contudo, uma característica que dá auxilio ao sucesso do filme, é sua longa permanência em cartaz. Apesar de não poder se nivelar a mesma altura dos filmes de ficção, os documentários brasileiros desfrutam do atual sucesso, mesmo este se limitando ao mundo artístico.
Para chegar onde estamos hoje, o cinema brasileiro artístico foi se construindo aos poucos.
Santo Forte e Edifício Master, ambos de Eduardo Coutinho; Ônibus 174, de José Padilha; Nós Que Aqui Estamos Por Vós Esperamos, de Marcelo Masagão; Janela da Alma, de Walter Carvalho e João Jardim; Nelson Freire, de João Moreira Salles; e Paulinho da Viola - Meu Tempo é Hoje, de Izabel Jaguaribe, são só alguns exemplos de documentários de grande sucesso.
Um dos primeiros documentários a chegar ao circuito foi “Rio de Jano”. O filme é na verdade uma espécie de “making of” do álbum criado pelo cartunista francês Jano para retratar a cidade do Rio de Janeiro. O filme consegue apreender nuances não só das maravilhas da cidade como principalmente da maneira de levar a vida dos cariocas, transformando-se em uma forma de manual da cidade.
Defeitos e pontos positivos, problemas e belezas, todas as características são retratadas no personagem Jano, que faz com que o espectador encarna na pele do Jano para ver a cidade através dos olhos dele.
Os documentários brasileiros são uma forma de trazer mundos diferentes para pessoas de todos os cantos, independente de origem e classe social. Desta forma, o espectador conhece realidades distintas do seu cotidiano o que atua de forma positiva sobre o cidadão e contribui para o conhecimento sobre o próprio país.
O perfil do espectador que gosta de filmes que retratam o fato e confrontam o ser humano com a verdade, normalmente, não se iguala ao perfil do espectador que valoriza obras ficcionais. Os documentários quase sempre são restritos ao mundo artístico o que não disponibiliza a mesma quantidade de salas como também não consegue um sucesso semelhante de vendas. Contudo, uma característica que dá auxilio ao sucesso do filme, é sua longa permanência em cartaz. Apesar de não poder se nivelar a mesma altura dos filmes de ficção, os documentários brasileiros desfrutam do atual sucesso, mesmo este se limitando ao mundo artístico.
Para chegar onde estamos hoje, o cinema brasileiro artístico foi se construindo aos poucos.
Santo Forte e Edifício Master, ambos de Eduardo Coutinho; Ônibus 174, de José Padilha; Nós Que Aqui Estamos Por Vós Esperamos, de Marcelo Masagão; Janela da Alma, de Walter Carvalho e João Jardim; Nelson Freire, de João Moreira Salles; e Paulinho da Viola - Meu Tempo é Hoje, de Izabel Jaguaribe, são só alguns exemplos de documentários de grande sucesso.
Um dos primeiros documentários a chegar ao circuito foi “Rio de Jano”. O filme é na verdade uma espécie de “making of” do álbum criado pelo cartunista francês Jano para retratar a cidade do Rio de Janeiro. O filme consegue apreender nuances não só das maravilhas da cidade como principalmente da maneira de levar a vida dos cariocas, transformando-se em uma forma de manual da cidade.
Defeitos e pontos positivos, problemas e belezas, todas as características são retratadas no personagem Jano, que faz com que o espectador encarna na pele do Jano para ver a cidade através dos olhos dele.
Os documentários brasileiros são uma forma de trazer mundos diferentes para pessoas de todos os cantos, independente de origem e classe social. Desta forma, o espectador conhece realidades distintas do seu cotidiano o que atua de forma positiva sobre o cidadão e contribui para o conhecimento sobre o próprio país.


